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Autor: Miguel Ribeiro
Editora: Imprensa Livre
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Artigos
Coaching de Liderança Gerencial

O que é Coaching de Liderança Gerencial?

É um processo que ajuda as pessoas a pensar como líderes e a desenvolver as competências necessárias para criar novos modelos de comportamentos equilibrados e produtivos compatíveis com equipes de alto desempenho em empresas competitivas.

O COACHING é uma metodologia de desenvolvimento profissional inovadora cujo valor, impacto e contribuição estão sendo cada vez mais reconhecidos no cenário organizacional em função dos resultados favoráveis apresentados. Busca desenvolver competências como liderança e gestão, capacitação para novos desafios e assegurar melhores níveis de desempenho.

O COACHING, em suma, é uma alavanca poderosa a serviço das lideranças e das organizações. Sua missão é contribuir para o desenvolvimento de condições que propiciem ambientes de trabalho menos estressantes, pessoas para as quais exista um sentido no que fazem e organizações que constituam comunidades de trabalho onde predomina a harmonia, a oportunidade de aprender, trocar, partilhar, crescer e desenvolver suas potencialidades.

Por que fazer Coaching com gerentes, supervisores, coordenadores e outras funções de liderança nas empresas?

A minha experiência como consultor organizacional diz que em 80% das vezes em que realizei um diagnóstico empresarial a resposta foi negativa à seguinte pergunta: Existe um programa para desenvolver lideranças em diferentes níveis hierárquicos da empresa?

Nos outros 20% as respostas foram de que ocorriam ações pontuais e não programas de desenvolvimento de líderes intermediários nas empresas.

Outra situação muito comum que costumo identificar é a indicação de que o maior problema da empresa é a falta de funcionários ativos, dedicados, com iniciativa, comprometidos, que resolvam problemas e que vistam a camisa da empresa. Observem que todas as indicações enumeradas são de ordem comportamental, problema que é comprovado pela pesquisa realizada pela revista VOCÊ S.A., que identificou que 87% dos profissionais são demitidos das empresas por motivos comportamentais e não por deficiências técnicas.

Por outro lado, é consenso que são os profissionais que possuem um conjunto de competências técnicas (conhecimentos e habilidades) e competências comportamentais (atitudes) que entregam o resultado esperado pelas empresas.

Exatamente por isso que os investimentos em educação comportamental crescem vertiginosamente em todo o mundo. Falta de comprometimento, reatividade, falta de equilíbrio emocional, dificuldades para trabalhar em equipe, fazer somente o necessário, estão entre as principais atitudes e comportamentos que influenciam negativamente a carreira dos profissionais e consequentemente o resultado das empresas.

Conhecimento nós sabemos que é possível transferir, habilidades é possível adquirir através de treino. Comportamentos e atitudes é possível desenvolver?

A resposta é positiva e a metodologia para tornar isso realidade se dá através da realização de um processo de COACHING GERENCIAL conduzido por um profissional COACH junto às lideranças de nível intermediário nas empresas.

Quer saber mais sobre como o COACHING pode ajudar a desenvolver os membros da sua equipe?

Agende comigo uma mini-palestra gratuita na sua própria empresa, onde você poderá tirar todas as dúvidas sobre essa assessoria pessoal e profissional que vai potencializar os líderes da sua empresa, impactando positivamente o desempenho da equipe na construção de resultados empresariais mais consistentes e significativos, com uma excelente relação custo/benefício.

Coaching Executivo Empresarial

O mundo empresarial vive momentos de intensa transformação, exigindo dos profissionais um investimento contínuo na expansão e renovação de suas competências de cunho técnico e relacional. As posições de liderança exigem a renovação de habilidades, atitudes e comportamentos que nem sempre são facilmente desenvolvidos e praticados.

Coaching Executivo e Empresarial consiste "num relacionamento profissional entre um coach profissional especializado e seu cliente (coachee)", em geral alguém que ocupa uma posição de alta liderança numa estrutura organizacional. Tanto o indivíduo quanto a organização auferem benefícios do coaching.

Trata-se, pois, de uma relação de parceria entre coach e coachee, na qual ambos contribuem ativamente para a obtenção dos resultados desejados/esperados.

Oportunidades desta natureza são raras no mundo empresarial, marcado pela pressão, pela competição, pelas demandas constantes por resultados. Estes fatores tendem a gerar estresse, ambiguidade nos relacionamentos entre pessoas, falta de confiança e de solidariedade.

Quanto mais elevada a posição do executivo na estrutura organizacional, maior tende a ser sua solidão, pois a maioria das questões ligadas ao seu próprio desempenho,desafios do seu cargo ou natureza do seu relacionamento com seus subordinados diretos são confidenciais, impedindo-o de comentar/discutir estas questões. O coach, sendo um profissional "de fora", confiável e neutro, constitui um parceiro ideal com quem ventilar estes assuntos confidenciais, trocar informações, discutir alternativas de ação.

Levantamentos existentes indicam que as razões mais comuns para a contratação de um coach são:

  • Expandir conhecimentos, habilidades e competências;
  • Expandir o auto-conhecimento;
  • Buscar recursos/alternativas para solucionar problemas com a equipe;
  • Ter alguém com quem discutir suas dificuldades, dúvidas;
  • Melhorar o uso do seu tempo;
  • Desmotivação, estresse, ansiedade aumentada;
  • Insatisfação com os colaboradores;
  • Dificuldades de relacionamento com pares e/ou chefias e/ou subordinados;
  • Dificuldades com clientes/fornecedores;
  • Falta de integração da equipe;
  • Estilo de liderança ineficaz;
  • Dificuldade na tomada de decisões;
  • Preparar-se para novos desafios profissionais;
  • Melhorar o desempenho da organização;
  • Administrar conflitos.

Como se pode observar, as causas mais comuns são de natureza intangível, relacionadas com competências ditas "soft", cujo equacionamento implica mudanças comportamentais do coachee.

O coaching apoia-se em princípios humanísticos dentre os quais destacamos:

  • Os clientes são pessoas capazes e responsáveis por suas ações e pelas consequências que delas resultam;
  • Os clientes tendem a sub-utilizar parte do seu potencial que precisa ser estimulado e resgatado;
  • Os clientes  têm capacidade de mudar, se assim o desejarem.

Partindo destes princípios, torna-se claro que o papel do coach não é criar ou alimentar a dependência, trazer soluções prontas. É, sim, colaborar com o cliente/coachee para que ele desenvolva sua capacidade de auto-observação, auto-consciência, auto-controle e assuma responsabilidade por suas opções e decisões. Desta forma, terá condições de continuar crescendo como pessoa, como executivo e como líder, uma vez encerrado o processo de coaching.

Muitos dos que ocupam posições de liderança evitam olhar-se no espelho e serem honestos consigo mesmo, quando se trata de reconhecer seu estilo de liderança e respectivas desvantagens. O coaching propicia este olhar, não com a finalidade de crítica, mas como uma oportunidade de aperfeiçoamento pessoal e profissional.

Coaching executivo e empresarial, em suma, é uma alavanca poderosa à serviço das lideranças e das organizações. Sua missão é contribuir para o desenvolvimento de condições que propiciem ambientes de trabalho menos estressantes, pessoas para as quais exista um sentido no que fazem e organizações que constituam comunidades de trabalho onde predomina a harmonia, a oportunidade de aprender, trocar, partilhar, crescer e desenvolver suas potencialidades.

O coaching executivo e empresarial é uma metodologia que veio para ficar, pois oferece um espaço precioso e necessário para a reflexão e a oportunidade das pessoas reconhecerem e utilizarem suas forças. Permite, também, que passem a pensar de maneira diferente e a ver as coisas de uma perspectiva renovada.

 

Coaching de Equipes

A importância do trabalho de equipe tem se acentuado nas últimas décadas como consequência da crescente mudança e diversidade de competências, experiências e conhecimentos envolvidos na produção de bens e serviços.

Esta mudançaenvolve pelo menos quatro aspectos:

  1. Desenvolvimento de competências de ordem interpessoal;
  2. Capacidade de conviver com a diversidade;
  3. Flexibilidade para ajustar-se à situações de ambiguidade e imprevisibilidade;
  4. Condições para lidar com disfunções, tais como: falta de confiança, conflitos, falta de comprometimento, falta de disponibilidade para assumir responsabilidades e falta de foco nos resultados.

Neste cenário de mudança organizacional "quanto mais consciente é a equipe, tanto individual como coletivamente, melhor será o seu desempenho" e o Coaching de Equipe é a melhor metodologia atualmente para que essa mudança aconteça nas organizações.

O "Coaching de Equipe é uma interação direta com uma equipe com a finalidade de colaborar para que os membros utilizem, de forma coordenada e adequada à tarefa, seus recursos coletivos na realização do seu trabalho".

Portanto, Coaching de Equipe pode ser definido como um "processo de construção e desenvolvimento de grupos de trabalho, dentro de um contexto organizacional determinado, com a finalidade de maximizar a sua capacidade de gerar resultados, gerir sua aprendizagem, crescimento e contínua transformação como pessoas, membros de uma equipe e membros de uma organização.”

Trata-se de uma definição que, por sua amplitude, realça o alcance do Coaching de Equipe, um tipo de intervenção que apresenta um potencial inexplorado de geração de resultados tangíveis e intangíveis de aprendizagem e transformação individual, grupal e organizacional.

Embora partilhe dos mesmos princípios do Coaching Executivo e Empresarial, o Coaching de Equipe apresenta características distintivas dentre as quais destacamos:

1. Finalidade: O aproveitamento ótimo do potencial da equipe como um todo e de seus membros enquanto parte da equipe para assegurar a sua sustentabilidade.

2. Forma: Através do desenvolvimento de alternativas construtivas e viáveis de equilíbrio entre as forças de Coesão interna (integradoras) e a Pressão externa e Agitação interna(desintegradoras) que atuam sobre a equipe.

3. Foco: Nas ações e interações da equipe e seu impacto na sua performancee nos resultados.

4. Metodologia: Baseada na livre discussão e equacionamento produtivo das semelhanças e diferenças e da complementariedade, dificuldades, experiências, níveis de participação/contribuição, busca de consenso.

5. Orientação: Não diretiva, nivelada, igualitária, participativa e voltada para a auto-gestão.

6. Ferramentas : escuta ativa, comunicação fluente, diálogo aberto, respeito mútuo, análise das forças/ fraquezas da equipe (pesquisa/ação), reflexão, auto-conhecimento e consciência expandida.

O Coaching de Equipe constitui um processo de aprendizagem (papéis, responsabilidades e metas claras), tanto da equipe como dos indivíduos, no qual a proposta é auxiliar a estabelecer e manter relacionamentos que propiciam a liberdade para aprender, a compreensão que a equipe é dona dos problemas e das soluções potenciais, com foco no aqui e agora.

O Papel do Coach de Equipes

Um Coach de Equipe poderá atuar como facilitador dos seguintes fatores:

  • Definição do propósito e das prioridades da equipe.
  • Compreensão do contexto.
  • Identificação e trabalho com as barreiras que impactam o seu desempenho.
  • Construção do plano de aprendizagem da equipe.
  • Elevação da auto-confiança dos membros e da liderança da equipe.
  • Desenvolvimento de uma postura favorável a internalização do coaching pelos membros da equipe.

O Coach de equipe facilita a interação aberta e com frequência simultânea entre todos os participantes, num cenário de conflito explícito ou oculto.

Segundo um estudo sobre os resultados de um processo de coaching de equipes (Dunlop, 2005, p. 24) "os efeitos percebidos pelos indivíduos e equipes indicam que o coaching de equipe tem efeito positivo na forma como os indivíduos pensam, agem e se conscientizam não apenas no âmbito da equipe, mas também na forma como interagem com outras equipes."

Como escreve Goldsmith, (2006) "a efetividade do trabalho de equipe tem se tornado mais e mais importante e o tempo investido neste processo poderá produzir um grande retorno para você e sua equipe e um retorno ainda maior para a sua organização."

Fonte: ABRACEM –Associação Brasileira de Coaching Executivo e Empresarial.

Falar em Público: Um Diferencial para o Sucesso

A hora daquela apresentação tão esperada (e temida) se aproxima. Ela pode garantir seu emprego, sua promoção, ou pelo menos uma boa imagem perante muita gente importante. Aí, você começa a suar frio, suas mãos tremem, a língua trava, dá um branco! Acalme-se. Não são poucas as pessoas que sofrem um bocado quando precisam falar em público. Mas, seja qual for o motivo, é possível contorná-lo. Conhecimento e postura são essenciais para uma apresentação bem feita, tarefa mais simples do que se imagina.

A comunicação é intrínseca ao ser humano e de extrema importância para o seu desenvolvimento social. Passar por situações como a descrita acima, portanto, é muito comum e até mesmo vital. "Com uma freqüência cada vez maior somos solicitados a falar em público, seja em uma festa familiar, em uma reunião no trabalho ou em um evento público. Qualquer pessoa deve e pode dominar essa “técnica” .

Não se trata de uma arte, como muitos pensam pois falar em público é uma habilidade, e não um talento nato. E requer, sim, metodologia e treino. "As pessoas acreditam que basta ser desinibido para falar bem, o que não é verdade. O “falador desinibido” quando não domina as técnicas de apresentação, acaba falando “besteira", e ai o tiro sai pela culatra. Comunicar-se é uma das principais formas de se fazer marketing pessoal e deve ser utilizada de maneira adequada. É claro que ninguém precisa ser um palestrante profissional para falar em público. "Quanto maior sua capacidade na profissão ou atividade que exerce, maior o desconto que sua audiência dará para possíveis falhas; portanto, não é precisa se preocupar tanto se você tem coisas importantes a dizer. Conscientizar-se disso ajuda a eliminar uma cobrança excessiva de si mesmo ao falar, reduzindo o estresse". E é justamente o estresse, aliado ao medo e à insegurança, o que forma o grande vilão na hora de falar. "No momento em que você se expõe é que as pessoas fazem um julgamento sobre você, o que pode te projetar, por exemplo, a uma carreira brilhante ou ao fracasso. É natural que haja um medo das conseqüências desse julgamento, e é isso que causa tanto pavor em quem vai se apresentar". Existem dois motivos pelos quais as pessoas podem ter dificuldades em apresentações: fobia (ou glossofobia, aversão extremada a falar em público), que atinge poucos e exige acompanhamento profissional, e a insegurança ou timidez, que acontece na maioria dos casos. Superar o medo do público é a primeira providência: quem se respeita e se aceita, mesmo com defeitos, naturalmente vai conquistar o respeito e a aceitação dos outros. A injeção de auto – estima pode e deve ser feita diariamente. Em seguida, você deve ter uma estratégia para organizar o conhecimento para poder comunicá-lo de maneira leve e objetiva, tornando claros os seu projetos, sonhos e idéias. Finalmente, você deve treinar, treinar e treinar para se acostumar com a “técnica de falar em público”.

Motivação de Equipes

Uma das perguntas que sempre ouço nas empresas e cuja resposta não é tão fácil de se dar, é a seguinte: O que posso fazer para manter minha equipe motivada? Segundo os estudiosos do assunto, existem quatro formas de motivação:

Estímulos Concretos
Estes são os mais óbvios: prêmios em dinheiro, participações nos lucros, presentes, pontos que se somam como nos sistemas de milhagem, troféus, brindes. Estímulos concretos, mesmo os de custo baixo, são bastante gratificantes e, enquanto continuam visíveis, alimentam a auto-estima de quem os recebeu. Do ponto de vista das empresas, eles deixam claro a importância da participação, como é o caso dos Programas de Sugestões, de Gestão do Conhecimento e Boas Práticas.
Estímulos Sociais
Temos necessidade de nos sentir incluídos, amados, parte do grupo. Dependendo da pessoa, ser aprovado e apreciado por um grupo pode ser tão ou mais importante do que um prêmio em dinheiro. O estímulo social positivo é muito poderoso, mas o negativo também: quantas vezes as pessoas deixam de expor suas idéias e seus pontos de vista por receio de não serem bem vistos?
Valores
Se você valoriza a vida em família acima de tudo, vai preferir trabalhar em uma empresa que deixa você sair mais cedo no dia do aniversário de seu filho do que em uma na qual nunca há horário certo de saída. Ter nossos valores atendidos é extremamente estimulante. E nada pior do que tê-los contrariados. Aliás, nesses casos, algumas pessoas podem até se recusar a fazer alguma tarefa, ou fazê-la mal feita, comprometendo assim o resultado final. Às vezes, os estímulos sociais acabam transformando nossos valores, mas podem também ser bem distintos: imagine um adolescente cujos colegas querem cometer um pequeno furto. Por mais que seus valores sejam diferentes dos valores de seus colegas, ele sabe que, caso se recuse a seguir o grupo, receberá apelidos pejorativos e poderá até ser expulso da turma, ou seja, será punido socialmente.
Prazer
Também chamado de motivação intrínseca, o prazer pode ser fruto da busca do resultado ou da própria forma como uma tarefa é executada. Há sempre uma forma de tornar seu trabalho mais agradável. Se for difícil mudar o processo, foque nos resultados. Se eles parecerem distantes, mude o ambiente a sua volta. Não se esqueça, além da sua responsabilidade profissional, você tem um compromisso consigo mesmo: ser feliz.
Criatividade e Inovação

No mundo de hoje, onde os negócios mudam continuamente a passos rápidos, são necessárias habilidades eficientes de pensamento para tomar decisões de maneira rápida e, o mais importante, eficaz. Para alcançar o sucesso, é preciso saber por que você pensa do modo como pensa e como usar suas habilidades naturais de pensamento a seu favor.

O pensamento é o uso consciente de nossas mentes para raciocinar, ponderar, debater, prever, e refletir a respeito de um assunto.

Nosso cérebro fornece dois conjuntos de mensagens: um para o pensamento e o outro para as emoções.

Ao resolver o conflito entre o pensamento racional e a emoção, adquirimos novas visões sobre como pensar de maneira diferente. A maior parte do que aprendemos nos foi ensinada por pessoas de influência. Esse aprendizado produziu filtros que podem distorcer a informação que recebemos. Os filtros nos permitem ordenar informações e descartar o que não for importante. Diante da enorme quantidade de informações diárias, os filtros o ajudam a selecionar quais itens são importantes.

Os três tipos de filtros que influenciam nosso pensamento são: filtros do subconsciente, filtros de sobrevivência e filtros sociais. Quando seus filtros interagirem com seus desejos, objetivos e aspirações, você terá uma estrutura de referência. Sua estrutura de referência influencia as decisões que você toma e o modo como você reage aos desafios.

Compreender sua estrutura de referência permite que você tenha um controle maior dos resultados finais, porque você será capaz de separar o pensamento racional de suas emoções. Quando compreender melhor os filtros, poderá assumir o controle de suas habilidades de pensamento e tomar decisões mais eficazes.

“Os maiores problemas que enfrentamos não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento
em que nos encontrávamos quando os criamos”
Albert Einstein
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